
Como já havia escrito no post do barolo (relembre) , sempre procuro uma data de comemoração para abrir um bom vinho, e no meu aniversário resolvi abrir uma relíquia que eu tinha na minha adega...um vinho do mesmo ano que eu nasci!
Certo dia resolvi que queria provar um vinho da minha "safra", por pura curiosidade em provar um vinho com mais de 30 anos.
Após muito pesquisar nas grandes (e pequenas) importadoras, encontrei algumas opções interessantes, mas na época o único vinho que cabia no meu orçamento era este aqui.
O Vinho: Porto Niepoort Colheita
Safra: 1976
Uvas: Não encontrei referencia (se alguém encontrar, por favor me avise!)
Comentários:
Na taça mostrou uma bonita cor âmbar, translúcido com aura marrom alaranjada.
Aromas potentes com o álcool sobressaindo, lembrando as amêndoas com um toque de resina e bem adocicado.
Na boca era quente no primeiro gole, mas em seguida mostrou-se macio, aveludado e doce com um toque cítrico.
Deixou no fundo da taça um aroma de fumaça e caramelo e na boca deixou um retrogosto cítrico com uma persistência "infinita".
Particularmente não sou um grande conhecedor dos vinhos do porto, mas posso dizer que adorei esta garrafa.
Um verdadeiro vinho de meditação.
Vale a pena comprar uma outra garrafa, caso eu encontre.
Certo dia resolvi que queria provar um vinho da minha "safra", por pura curiosidade em provar um vinho com mais de 30 anos.
Após muito pesquisar nas grandes (e pequenas) importadoras, encontrei algumas opções interessantes, mas na época o único vinho que cabia no meu orçamento era este aqui.
O Vinho: Porto Niepoort Colheita
Safra: 1976
Uvas: Não encontrei referencia (se alguém encontrar, por favor me avise!)
Comentários:
Na taça mostrou uma bonita cor âmbar, translúcido com aura marrom alaranjada.
Aromas potentes com o álcool sobressaindo, lembrando as amêndoas com um toque de resina e bem adocicado.
Na boca era quente no primeiro gole, mas em seguida mostrou-se macio, aveludado e doce com um toque cítrico.
Deixou no fundo da taça um aroma de fumaça e caramelo e na boca deixou um retrogosto cítrico com uma persistência "infinita".
Particularmente não sou um grande conhecedor dos vinhos do porto, mas posso dizer que adorei esta garrafa.
Um verdadeiro vinho de meditação.
Vale a pena comprar uma outra garrafa, caso eu encontre.

