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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Villaggio Grando - Innominabile Lote IV


Mais um vinho nacional, agora um clássico produzido pela Vinícola Villaggio Grando (http://www.villaggiogrando.com.br)

Este vinho é produzido utilizando uvas produzidas em Campos de Herciliópolis, com sistema de condução em espaldeira e com altitude média de 1300 metros acima do nível do mar.

Como nas safras anteriores, o vinho é composto de um assemblage entre as safras anteriores do Innominabile e ainda descansa mais 6 meses em barricas novas francesas antes de ir para garrafa.

O Vinho: Innominabile

Safra: Lote IV

Uvas: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec, Pinot Noir e Petit Verdot

Comentários:

Na taça:
Coloração vermelho sangue levemente translúcido com aura levemente alaranjada

No nariz:
Aromas potentes que lembravam frutas maduras, frutas em compota e geléia, com notas defumadas, tabaco, herbáceo, pimentões e notas refrescantes.

Na boca:
Corpo médio, com taninos presentes na medida certa, uma boa acidez que deixa a boca pedindo mais um gole, álcool muito bem integrado, sem amargor final e um toque levemente adocicado.

Uma boa persistência e um delicioso retrogosto furtado finalizam o conjunto.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do noss país e que vale a pena ser provado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Dal Pizzol - Beaujolais Gammay 2011


A uva Gammay Beaujolais é uma cepa proveniente da França, mais precisamente da região da Borgonha, onde é mundialmente conhecida pelos vinhos Beaujolais e Beaujolais Noveaux.

Tradicionalmente, todo ano os Beaujolais são os primeiros vinhos a serem liberados para consumo após a colheita e por esse motivo são muito esperados por enófilos e apreciadores no mundo todo.

Existe até mesmo um enorme esforço do sistema de logística para que exatamente no dia do seu lançamento oficial o vinho esteja disponível em todos os pontos de venda ao redor do mundo.

Voltando ao Brasil, o vinho foi produzido pela vinícola Dal Pizzol (www.dalpizzol.com.br) dentro dos mesmos moldes que os Beaujolais, mas com algumas diferenças no processo, de forma que o resultado é um vinho que tem mais longevidade que um Beaujolais normal.

O Vinho: Dal Pizzol

Safra: 2011

Uvas: 100% Gammay Beaujolais

Preço Médio: R$ 33,00

Comentários:

Na taça:
Um vinho translúcido, violeta com reflexos violáceos, mostrando claramente a sua jovialidade.

No nariz:
Aromas refrescantes e de média intensidade, muito frutado, lembrando frutas frescas como morangos, ameixas e cerejas com notas de banana e floral.
Também possuía um leve fundo herbáceo e de frutas maduras.

Na boca:
Como o esperado para um vinho tão jovem, tem um corpo leve, com taninos macios, uma boa acidez e um paladar levemente adocicado.

Um retrogosto muito frutado, lembrando goiabada e uma boa persistência completam o conjunto.

Na minha opinião, um vinho com a vivacidade e o frescor que o Beaujolais deve ter. Vale a pena provar!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Villagio Grando Brut Rosé

Esta semana, mais um vinho que encontrei na vinícola Villaggio Grando (www.villaggiogrando.com.br) , que produz espumantes e vinhos tranqüilos no estado de Santa Catarina.

Em seu portifolio de produtos encontra-se este espumante rosé, produzido pelo método charmat a partir de uvas cultivadas em sistema de espaldeira em uma região com altitude média de 1300 metros acima do nível do mar.

O Vinho: Villaggio Grando Brut Rosé

Safra: 2010

Uvas: Pinot Noir e Merlot

Comentários:

Na taça mostrou uma cor salmão claro, limpo e translúcido, com uma perlage fina e persistente, formando uma bela coroa na borda da taça.

No nariz apareceram aromas leves e refrescantes que lembravam morangos, cerejas, fermento e pão fresco, com notas adocicadas.

Na boca tinha um corpo leve, levemente adocicado, uma acidez correta e zero de amargor, formando um conjunto muito equilibrado. Frutado e persistente.

Na minha opinião, mais um ótimo vinho. Só que dessa vez com um diferencial, uma garrafa muito bonita!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dal Pizzol 200 Touriga Nacional

Outro dos vinhos que adquiri da Dal Pizzol (www.dalpizzol.com.br) durante esta minha jornada pelos vinhos nacionais.

Este rótulo é um vinho comemorativo, produzido em homenagem aos 200 anos da chegada do Imperador D João VI e sua corte ao Brasil e recebeu uma medalha de prata no concurso Vinalies Internationales 2011.

O Vinho: Dal Pizzol 200

Safra: 2009

Uvas: 100% Touriga Nacional

Preço Médio: R$ 42,00

Comentários:

Na taça apresentou uma bonita coloração rubi com reflexos violáceos , levemente translúcido, límpido e brilhante, com aura levemente violeta.

No nariz surgiram aromas de média potência e boa persistência que lembravam frutas frescas como morangos e amoras, com notas de flores, geléia e couro.

Na boca mostrou um corpo médio, com taninos finos, acidez correta, álcool bem integrado (praticamente não aparenta os seus 13% de álcool), sem amargor no final de boca e um toque levemente adocicado.

Na minha opinião, um vinho delicioso, suculento, elegante e estruturado.
Um belo achado que vale a pena ser provado.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Suzin Rosé 2010


Em meu passeio pelos vinhos nacionais, degustei mais este rótulo da vinícola Suzin (http://www.vinicolasuzin.com.br)

Para “harmonizar” com esses dias quentes que estamos passando, nada melhor que um bom rosé geladinho...

O Vinho: Suzin Rosé

Safra: 2010

Comentários:

Na taça tem uma cor salmão, translúcido e brilhante.

No nariz surgiram aromas leves que lembravam frutas vermelhas frescas, cerejas, morangos e amoras.

Na boca mostrou um corpo leve com boa acidez, um leve ataque de taninos , zero amargor e álcool correto

Um retrogosto frutado e um fundo de taça com os mesmos aromas completam o conjunto.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do nosso sul do país que com certeza vale a pena ser provado em um dia bem quente!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Winebar Miolo 26/09

No dia 26/09/11, tivemos novamente uma degustação promovida pelo Winebar, com a participação online de vários blogueiros que desta vez tiveram a oportunidade de provar 2 vinhos da vinícola Miolo, que foi a parceira do evento.

Através de áudio e vídeo transmitidos online, pudemos conversar e enviar perguntas para o enólogo responsável pelos dois vinhos, o português Miguel Almeida.

O primeiro vinho foi o RAR Viognier 2010.
Um vinho 100% Viognier produzido na região de Campos de Cima da Serra do RS e que permanece 12 meses em barricas de carvalho.

Um vinho cor palha, límpido e brilhante.

Aromas florais, frutas brancas e um leve toque de baunilha.

Na boca tinha um corpo correto, uma boa acidez, e um frescor delicioso.

O segundo vinho foi um tinto, o Fortaleza do Seival Castas Portuguesas 2008.
Um corte de Touriga Nacional e Tinta Roriz produzido na Região da Campanha do RS e que é envelhecido em barricas de carvalho Frances.

Vermelho profundo com reflexos violetas e com aura levemente marrom, mostrando o tempo que descansou nas barricas de carvalho.

Aromas de média intensidade e que lembravam frutas vermelhas maduras e em compota, com notas de baunilha e torrefação.

Um corpo médio, com taninos presentes e acidez correta completaram o conjunto.

Novamente, mais um ótimo evento realizado pelo Winebar com dois ótimos vinhos nacionais que valem a pena serem provados!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Kranz Viognier 2010

O primeiro branco entre minhas descobertas entre os vinhos nacionais.
Outro vinho da Vinícola Kranz (http://www.vinicolakranz.com.br) que fica localizada na cidade de Treze Tílias em Santa Catarina.

A vinícola foi a pioneira na região, iniciando seus trabalhos em 2007 e hoje em dia é uma das mais modernas em tecnologia e é considerada o “Atelier dos Vinhos Finos de Altitude”.

Percebi que eles possuem em seu catálogo um vinho da uva Viognier, uma casta pouco cultivada no Brasil e é lógico que eu quis provar.

O Vinho: Kranz Viognier

Safra: 2010

Uvas: 100% Viognier, provenientes da região da Serra do Marari e cultivadas a 1200m de altitude.

Comentários:

Na taça apresentou uma bonita coloração amarelo ouro, com reflexos esverdeados, translúcido, límpido e brilhante.

No nariz surgiram aromas de boa potência e boa persistência, que lembravam frutas frescas como pêssego, abacaxi e maracujá completando com notas florais.

Na boca mostrou um corpo leve, com uma boa acidez que deixa a boca pedindo mais um gole, álcool correto, sem amargor no final de boca e com uma boa untuosidade que deixa uma fina camada na boca..

Um retrogosto frutado com boa persistência.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do nosso sul do país que com certeza vale a pena ser provado.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Marco Luigi Grande Reserva Cabernet Sauvignon 2006

Mais um dia, uma pizza e um bom vinho nacional.

Para acompanhar uma pizza marguerita, escolhi mais um vinho nacional produzido pela vinícola Marco Luigi (www.marcoluigi.com.br) com uvas Cabernet Sauvignon colhidas extremamente maduras e com produção controlada de apenas 2Kg de fruta por planta, com condução em espaldeira simples e ainda tem uma leve passagem por madeira antes do engarrafamento.

O Vinho: Marco Luigi Grande Reserva

Safra: 2006

Uvas: 100% Cabernet Sauvignon

Preço Médio: R$ 68,00

Comentários:

Na taça tinha uma cor rubi profundo com aura rosada, límpido, brilhante e pouco translúcido.

No nariz apresentou aromas potentes e de boa complexidade que lembravam frutas ao licor e frutas frescas com notas herbáceas e defumadas, com um leve toque mentolado.

Na boca mostrou um corpo médio, com acidez corretíssima, taninos bem amaciados pelo tempo e álcool bem integrado no conjunto.

Persistente, fica por vários minutos na boca e deixa um retrogosto frutado.
Fundo de taça com aromas de frutas frescas e notas de tostado.

Na minha opinião, um vinho equilibrado e elegante, que sem sombra de dúvidas vale a pena ser provado.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Dal Pizzol - Do Lugar 2009


Ainda continuo em minhas provas dos vinhos nacionais...

Agora escolhi um espumante da Vinícola Dal Pizzol (www.dalpizzol.com.br), que produz este vinho pelo método Charmat Curto, a prática mais utilizada na elaboração de espumantes jovens, frescos e frutados.

O Espumante Brut “Do Lugar” é obtido pelo Método Charmat Curto. Elaborado a partir de um vinho base de Pinot Noir e Chardonnay, agregado de açúcar e leveduras, dando início ao processo de refermentação, o qual é realizado em autoclaves a uma temperatura de 13°C a 15°C e é engarrafado assim que terminada a segunda fermentação.

O Vinho: Do Lugar Brut

Safra: 2009

Uvas: Chardonnay e Pinot Noir.

Preço Médio: R$ 39,00

Comentários:

Na taça o vinho tem uma coloração amarelo claro, com reflexos esverdeados.
A perlage é fina, persistente e forma uma bela coroa nas laterais da taça

No nariz tem aromas refrescantes e de boa intensidade e boa persistência, que lembravam fermento, pão, abacaxi e com notas florais.

Na boca mostrou um corpo leve, com uma acidez no ponto certo, refrescante e sem amargor no final de boca.


Na minha opinião, este é um delicioso espumante. Mesmo sendo um espumante Brut, ainda resta um leque toque adocicado, que acaba deixando o vinho bem equilibrado e agradável mesmo para quem só gosta dos moscatéis.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Suzin Cabernet Sauvignon 2007

Em minha busca de bons vinhos nacionais, encontrei também a Vinícola Suzin (http://www.vinicolasuzin.com.br) , localizada na cidade de São Joaquim/SC, que fica a uma altitude de 1360 metros acima do nível do mar e é considerada uma das cidades mais frias do Brasil.

A grande amplitude térmica da região a torna muito propícia para a produção de uvas da variedade “vitis vinifera”, ou seja, as uvas utilizadas na produção de vinhos finos.

A região de São Joaquim faz parte da região de Vinhos de Altitude do Sul do Brasil, que conta também com mais 7 cidades da região.

A Vinícola Suzin produz apenas 2 vinhos tintos, um Cabernet Sauvignon e um Merlot, e mais um vinho Rose. Na dúvida, comprei uma garrafa de cada.

Este Cabernet Sauvignon que abri, foi produzido a partir de uvas produzidas por parreiras conduzidas em sistema de espaldeira com raleio de cachos seguidos pela colheita e seleção manual de cachos.
Após fermentado, o vinho ainda descansa durante 9 meses em barricas de carvalho francês.

No ano de 2010, a safra 2007 recebeu a Grande Medalha de Ouro no 7º Concurso Mundial de Bruxelas em etapa realizada na cidade de São Joaquim.

O Vinho: Suzin Cabernet Sauvignon

Safra: 2007

Uvas: 100% Cabernet Sauvignon.

Preço Médio: R$ 45,00

Comentários:

Na taça mostrou uma cor rubi com aura levemente alaranjada, mostrando o tempo de descanso nos barris de carvalho, levemente translúcido com reflexos violáceos

No nariz apareceram aromas refrescantes e de média potência, que lembravam frutas vermelhas frescas, como cereja e morangos, com notas de hortelã, baunilha e especiarias.

Na boca apresentou um corpo médio, com taninos e acidez corretos com um leve toque adocicado.
Não apareceu nenhum amargor no final de boa mas me pareceu um pouco “quente” no primeiro gole, mas nada que incomode logo no segundo gole.

Um retrogosto frutado e um fundo de taça com notas de frutas frescas e baunilha.

Na minha opinião, mais um vinho muito bom, muito “bem feito” e com certeza mais outra ótima surpresa do nosso sul do país e que vale a pena ser provado!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Kranz Merlot 2008

Em mais uma das minhas provas entre os vinhos nacionais, agora escolhi um vinho da Vinícola Kranz (http://www.vinicolakranz.com.br) que fica localizada na cidade de Treze Tílias em Santa Catarina.

A Vinícola Kranz foi a pioneira na região, iniciando seus trabalhos em 2007 e hoje em dia é uma das mais modernas em tecnologia e é considerada o “Atelier dos Vinhos Finos de Altitude”.

O Vinho: Kranz Merlot

Safra: 2008

Uvas: 100% Merlot , provenientes da região de São Joaquim e cultivadas a 1200m de altitude.

Comentários:

Na taça apresentou uma bonita coloração vermelho profundo e denso, bem pouco translúcido, límpido e brilhante, com aura levemente alaranjada mostrando seu tempo de estágio em barricas de carvalho e reflexos violáceos.

No nariz surgiram aromas de boa potência que lembravam frutas frescas com notas de hortelã, especiarias, baunilha, tostado e um toque floral.

Na boca mostrou um corpo médio, com tanino presentes e macios, acidez correta, álcool bem integrado e sem amargor no final de boca.

Um retrogosto frutado e um fundo de taça com aromas frutados e notas defumadas completaram o conjunto.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do nosso sul do país que com certeza vale a pena ser provado.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Courmayeur Moscatel

Continuo novamente com mais um vinho nacional.

Agora o segundo vinho que comprei da Vinícola Courmayeur (www.courmayeur.com.br).

Um delicioso espumante moscatel, produzido com uvas Moscatel colhidas em excelente estado de maturação e produzido sob o processo Asti, o mesmo processo do famoso Moscato D´Asti produzido na Itália.

O Vinho: Courmayeur Moscatel

Uvas: 100% Moscatel.

Preço Médio: R$ 25,00

Comentários:

Na taça mostrou uma cor palha com reflexos esverdeados.

Perlage fina e persistente completam o visual muito bonito na taça.

No nariz surgiram aromas refrecantes que lembram maçã verde e abacaxi com notas adocicadas, como pêssego em caldas.

Na boca apresentou uma espuma cremosa, com leve acidez, adocicado na medida certa, sem ficar enjoativo.

Na minha opinião, um ótimo vinho, delicioso para os dias de calor e principalmente para agradar quem não gosta muito dos espumantes Brut.

Vale a pena provar!


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Marco Luigi Reserva Malbec 2009


Mais uma das minhas provas dos vinhos nacionais...

Desta vez escolhi um tinto produzido pela vinícola Marco Luigi (www.marcoluigi.com.br) utilizando a usa ícone da Argentina, a Malbec.

As vinhas são condizudas em sistema de espaldeira simples, com produção máxima de 3,5 Kg por planta e no final o vinho passa 8 meses em barricas de carvalho antes de ser engarrafado e liberado para venda.



O Vinho: Marco Luigi Reserva

Safra: 2009

Uvas: 100% Malbec

Preço Médio: R$ 27,50

Comentários:

Na taça mostrou uma coloração vermelho rubi, brilhante, límpido e translúcido, com aura puxada para o rosa.

No nariz apresentou aroma de média intensidade e média persistência, que lembravam frutas vermelhas maduras com notas de especiarias, herbáceo, geléia de frutas, frutas frescas e um finalzinho adocicado, muito parecido com os malbecs argentinos.

Na boca mostrou um corpo médio com taninos suaves e acidez correta, álcool bem integrado no conjunto e algumas notas adocicadas. Deixou um bom retrogosto frutado.

Deixou também o fundo da taça com notas de frutas frescas e um toque herbáceo.

Na minha opinião esta é uma boa surpresa vinda do sul do país.
Particularmente nunca havia provado um Malbec nacional, mas fiquei bem contente com o resultado obtido. Um vinho equilibrado e que vale a pena ser provado.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Courmayeur Extra Brut

Continuando em minhas provas dos vinhos nacionais, agora provei um espumante extra brut produzido pela Vinícola Courmayeur (www.courmayeur.com.br) na cidade de Garibaldi, região da Serra Gaúcha, utilizando o método Charmat Longo.




O Vinho: Courmayeur Executive Extra Brut

Uvas: Chardonnay e Pinot Noir

Preço Médio: R$ 27,00

Comentários:

Na taça, uma coloração amarelo palha, límpido e com perlage fina, intensa e persistente.

No nariz apareceram aromas de pão, tostado, frutas brancas como maçã verde e pêra, com notas adocicadas.

Na boca, mostrou uma boa acidez, zero amargor, açúcar residual quase zero e notas cítricas e uma espuma que fica cremosa na língua.

Na minha opinião é um ótimo espumante e que vale a pena ser provado.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Marco Luigi Tributo Touriga Nacional 2010


Depois de algum tempo sem provar vinhos nacionais, resolvi investir um pouco para conhecer os vinhos que estão sendo produzidos atualmente no nosso país.

Para começar vou falar sobre um vinho da Vinícola Marco Luigi (www.marcoluigi.com.br) que produz este saboroso touriga nacional com fermentação em tanques de aço e que se mostrou uma boa opção para o dia a dia.

O Vinho: Marco Luigi Tributo

Safra: 2010

Uvas: 100% Touriga Nacional

Preço Médio: R$ 19,00

Comentários:

Na taça, mostrou-se violeta com aura violácea, limpo, brilhante e levemente translúcido.

No nariz, apresentou aromas de média potência e média persistência que lembravam frutas frescas como morangos e amoras, com notas herbáceas.

Na boca, trouxe um corpo médio, com acidez correta e taninos bem macios, criando um conjunto bem equilibrado.

No final de boca e no fundo de taça restaram aromas bem frutados.

Na minha opinião, uma boa surpresa para o dia a dia.
Um vinho simples, mas muito bem feito. Vale a pena provar.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Rio Sol - Alicante Bouchet 2006

Depois de algum tempo sem provar um vinho nacional, encontrei este rótulo com 50% de desconto e acabei deixando de lado o cabernet sauvignon chileno resolvi comprar este nacional para provar.


O Vinho: Rio Sol Winemaker´s Selection

Safra: 2006

Uvas: 100% Alicante Bouchet

Preço Médio: R$ 35,00

Comentários:

Apresentou na taça uma coloração vermelho sangue com aura levemente puxada para cor de tijolos. Limpo, brilhante e pouco translúcido.
Denso, tanto que chega a deixar a taça manchada por algum tempo.

Aromas potentes que podiam ser sentidos mesmo longe da taça e com boa persistência que lembravam geléia de frutas vermelhas, algo herbáceo e notas mentoladas.

Na boca mostrou-se encorpado, com uma acidez corretíssima e taninos presentes, mas sem incomodar em nada.
Um pouco “quente” nos primeiros goles apesar de somente 13% de álcool, mas ainda assim é um vinho bem equilibrado e persistente, deixando a boca pedindo por mais um gole.

No fundo de taça restaram aromas de frutas frescas, fumaça e café.

Na minha opinião, um bom vinho dentro de sua faixa de preço.
Sendo muito sincero, fiquei surpreso com este vinho, comprei sem muita expectativa e no final fiquei muito surpreso positivamente.
Vale a pena provar!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Garibaldi Moscatel consagra-se em concursos internacionais


Garibaldi Moscatel consagra-se em concursos internacionais


Mais uma vez o Garibaldi Moscatel destacou-se em concursos internacionais. No último mês, a Cooperativa Vinícola recebeu mais três prêmios depois que o produto foi avaliado entre amostras de 46 países, por 356 degustadores, durante a 27º edição do International Wine Challenge (IWC), realizado em Londres.



O espumante ganhou uma recomendação honrosa após passar por tripla degustação, um rigoroso processo de julgamento em que todos os vinhos selecionados são provados pelo menos três vezes para haver a certeza da premiação.



Outra condecoração importante foi a medalha de prata conferida no 7° Concurso Internacional de Vinhos e Licores “Vinus 2010”, realizado em Mendoza, para o espumante Garibaldi Moscatel e o Chalet du Clermont, um vinho tinto seco fino, elaborado a partir da seleção das uvas Cabernet Sauvignon e Merlot e envelhecido em barricas de carvalho.



A competição “Vinus 2010” reúne 500 amostras de aproximadamente 25 países, degustadas às cegas e avaliadas por 48 jurados internacionais e alguns brasileiros como os enólogos e diretores da ABE, Carlos Abarzua e Leocir Bottega e o jornalista Sérgio Inglez de Sousa.

O Garibaldi Moscatel foi o espumante brasileiro mais premiado na categoria em 2009, conquistou por dois anos consecutivos o prêmio máximo no Effervecents du Monde (França), um dos concursos de mais prestígio no mundo. Também é o único espumante brasileiro a receber Medalha de Ouro nos Estados Unidos, Alemanha e Espanha.


Mais informações: www.vinicolagaribaldi.com.br

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Villaggio Grando - Chardonnay 2008


Nos planaltos da região de Herciliópolis, Santa Catarina, existe uma vinícola que foi iniciada lá pelos anos 90 e desde então vem produzindo bons vinhos nacionais a partir de seus vinhedos situados a 1300m de altitude.

Esta é a Villagio Grando.
Mais uma vez, em minha busca por novos rótulos acabei adquirindo 3 garrafas dos vinhos produzidos por eles que aos poucos vou postando aqui. O primeiro é este...

O Vinho: Villaggio Grando Chardonnay

Safra: 2008

Uvas: 100% Chardonnay

Comentários:
Na taça apresentou uma cor dourada, muito bonita, brilhante e límpida.

Os aromas foram de média intensidade, boa persistência e eram levemente adocicados, lembrando abacaxi e pêssegos em calda com alguns toques minerais.

Na boca era levemente untuoso, com um corpo leve e uma boa acidez, deixando o conjunto bem equilibrado e a boca salivando mais a cada gole.

Ao meu ver, a Villaggio está fazendo um bom trabalho lá no sul e por esse motivo está conseguindo produzir este vinho, que é simples mas com um conjunto que agrada bastante.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Marco Luigi Espumante Moscatel

Como já disse em um post anterior, nossos amigos da Vinicola Marco Luigi foram muito gentis e atenciosos em enviar algumas garrafas para eu conhecer.

Particularmente este vinho eu já conhecia e já havia gostado em uma ocasião anterior.
Esta serviu só para confirmar oque eu já sabia...

O Vinho: Marco Luigi Espumante Moscatel

Safra: 2007

Uvas: 100% Moscatel

Comentários:
Um vinho com a coloração palha, sem reflexos e uma perlage média e não muito fina.

No nariz, logo de cara apareceram aromas adocicados, com toques cítricos e notas de maçã verde e uva itália.

Na boca mostrou-se um vinho adocicado mas sem ficar enjoativo, com uma baixa acidez, formando um conjunto equilibrado que acaba agradando muito, inclusive quem não é muito fã de vinhos.

Na minha opinião este é um dos espumantes moscatel que mais me agradaram até hoje. Fácil de beber, adocicado e macio. Vale a pena provar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Marco Luigi Tributo Prosecco


Nossos amigos da Vinícola Marco Luigi foram extremamente gentis e atenciosos em me ceder algumas amostras dos seus vinhos para provar.

O primeiro que abri foi este prosecco, produzido com uvas cultivadas em vinhedos próprios no sul do país.

O Vinho: Marco Luigi Tributo Espumante Natural Brut - Prosecco

Safra: Não encontrei indicação

Uvas: Chardonnay e Pinot Noir

Comentários:
Uma cor muito bonita, amarelo palha com reflexos esverdeados, com perlage fina e constante.

Aromas refrescantes, persistentes e levemente adocicados que lembravam pêssegos em calda e maçã verde, com toques cítricos e florais.

Na boca é refrescante, com um corpo leve, uma boa acidez e uma boa persistência. A perlage é persistente e proporciona umas leves “picadas” na língua, que deixam a boca salivando depois de cada gole.
Sem nenhum toque de amargor final, tem um conjunto bem equilibrado.

Para o meu paladar este é um ótimo espumante que agrada todo tipo de pessoa, desde a mais experiente, até as pessoas que não tem muita experiência com vinhos finos, mas gosta de apreciar um bom espumante.