
Como já disse aqui algumas vezes, sempre que tenho oportunidade, procuro provar vinhos produzidos com castas autóctones ou castas pouco difundidas, como no caso deste vinho grego.
O Vinho: Naoussa OPAP
Safra: 2004
Uvas: 100% Xinomavro
Comentários:
Na taça apresentou um vermelho translúcido e brilhante, com aura alaranjada.
Aromas de boa intensidade mas com pouca persistência, que lembram frutas frescas com notas de menta e baunilha.
Na boca mostrou um corpo leve, com taninos macios e uma leve acidez que acabou dando um toque refrescante ao vinho.
Deixou na boca um leve retrogosto frutado e no fundo da taça ficaram aromas que lembram madeira queimada.
Particularmente este é um vinho que eu gosto muito e inclusive é um dos poucos rótulos que comprei mais de uma vez.
O Vinho: Naoussa OPAP
Safra: 2004
Uvas: 100% Xinomavro
Comentários:
Na taça apresentou um vermelho translúcido e brilhante, com aura alaranjada.
Aromas de boa intensidade mas com pouca persistência, que lembram frutas frescas com notas de menta e baunilha.
Na boca mostrou um corpo leve, com taninos macios e uma leve acidez que acabou dando um toque refrescante ao vinho.
Deixou na boca um leve retrogosto frutado e no fundo da taça ficaram aromas que lembram madeira queimada.
Particularmente este é um vinho que eu gosto muito e inclusive é um dos poucos rótulos que comprei mais de uma vez.
Do meu ponto de vista é bem parecido com um Chianti e vale a pena ser provado pelo menos a título de curiosidade.






