sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Parceria com pequenos produtores!


Amigos,

como todos já devem saber, ano passado iniciei os trabalhos no site www.otaninostore.com.br voltado para venda de vinhos online.

Agora estou iniciando uma nova fase do site, disponibilizando um espaço para pequenos importadores ou pequenos produtores que necessitem ampliar os seus canais de venda no Brasil.

Para maiores detalhes entrem em contato pelo e-mail comercial@otaninostore.com.br ou aqui mesmo nos comentários do O Tanino.

Abraços a todos!



segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Santa Julia Tempranillo 2008


A vinícola argentina Familia Zuccardi é a proprietária da marca Santa Julia, um rótulo muito vendido aqui no Brasil por ser um vinho de custo bem acessível e de boa qualidade.
Este eu comprei na ravin (www.ravin.com.br)

Claro, considerando que este é um vinho da linha básica da vinícola, não é um vinho com grande complexidade mas com certeza é um vinho equilibrado, fácil de beber e que cumpre muito bem o seu papel, agradando praticamente todos os convidados.

O Vinho: Santa Julia Reserva

Safra: 2008

Uvas: 100% Tempranillo

Preço Médio: R$ 25,00

Comentários:

Na taça:
Violeta profundo, levemente translúcido, límpido e brilhante com aura e reflexos violáceos.

No nariz:
Aromas de boa intensidade que lembravam frutas frescas com notas de frutas em compota, café e tostado.

Na boca:
Corpo médio, com acidez correta e taninos leves, álcool bem integrado e com média persistência.
Deixa na boca um retrogosto frutado com notas de chocolate amargo.

Na minha opinião, um ótimo vinho para você não arriscar errar quando tiver convidados em casa, vai muito bem acompanhando uma pizza marguerita.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Villaggio Grando - Innominabile Lote IV


Mais um vinho nacional, agora um clássico produzido pela Vinícola Villaggio Grando (http://www.villaggiogrando.com.br)

Este vinho é produzido utilizando uvas produzidas em Campos de Herciliópolis, com sistema de condução em espaldeira e com altitude média de 1300 metros acima do nível do mar.

Como nas safras anteriores, o vinho é composto de um assemblage entre as safras anteriores do Innominabile e ainda descansa mais 6 meses em barricas novas francesas antes de ir para garrafa.

O Vinho: Innominabile

Safra: Lote IV

Uvas: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec, Pinot Noir e Petit Verdot

Comentários:

Na taça:
Coloração vermelho sangue levemente translúcido com aura levemente alaranjada

No nariz:
Aromas potentes que lembravam frutas maduras, frutas em compota e geléia, com notas defumadas, tabaco, herbáceo, pimentões e notas refrescantes.

Na boca:
Corpo médio, com taninos presentes na medida certa, uma boa acidez que deixa a boca pedindo mais um gole, álcool muito bem integrado, sem amargor final e um toque levemente adocicado.

Uma boa persistência e um delicioso retrogosto furtado finalizam o conjunto.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do noss país e que vale a pena ser provado.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Zenato - Ripasso 2007


Particularmente sempre gostei muito dos vinhos italianos, particularmente dos Amarones.

Como financeiramente nem sempre é possível comprar um amarone, sempre que encontro algum Ripasso com preço bom procuro comprar e deixar na minha adega.

Os Ripassos são vinhos considerados “irmãos mais novos” dos amarones, ou seja, passam por um processo de vinificação parecido com o dos amarones e por esse motivo acabam tendo características parecidas mas com um custo bem mais accessível.

Este ripasso produzido pela vinícola Zenato (http://www.zenato.it/eng/), é feito utilizando uvas levemente passificadas que são maceradas durante 10 dias juntamente com a borra que sobrou durante a produção do amarone.

Depois disso parte do vinho permanece durante 18 meses em pequenas barricas e outra parte permanece em grandes barricas, ambas de carvalho Eslavonio.

O processo de maturação é finalizado com mais 6 meses de descanso em garrafa antes de ser comercializado.

O Vinho: Ripasso – Valpolicella Superiore

Safra: 2007

Uvas: 80% Corvina, 10% Rondinella, 10% Sangiovese.

Preço Médio: R$ 138,00

Comentários:

Na taça:
Cor vermelho sangue, profundo e denso, bem pouco translúcido,  límpido e brilhante, com aura carmim.

No nariz :
Aromas potentes que saiam da taça e inundavam o ambiente e lembravam frutas vermelhas em compota, chocolate e defumado com notas florais, frutas frescas e um leve mentolado.

Na boca:
Encorpado com taninos macios e uma leve acidez, até um pouco menos do que eu esperava para este vinho e um toque levemente adocicado.

No fundo de taça ficaram aromas de goiabada, café e tostado.

Harmonizou muito bem uma tábua de frios no sábado á noite e dois se saiu melhor ainda com uma macarronada á bolonhesa no domingo.

Na minha opinião este foi mais um ótimo vinho italiano e que vale a pena ser provado!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Dal Pizzol - Beaujolais Gammay 2011


A uva Gammay Beaujolais é uma cepa proveniente da França, mais precisamente da região da Borgonha, onde é mundialmente conhecida pelos vinhos Beaujolais e Beaujolais Noveaux.

Tradicionalmente, todo ano os Beaujolais são os primeiros vinhos a serem liberados para consumo após a colheita e por esse motivo são muito esperados por enófilos e apreciadores no mundo todo.

Existe até mesmo um enorme esforço do sistema de logística para que exatamente no dia do seu lançamento oficial o vinho esteja disponível em todos os pontos de venda ao redor do mundo.

Voltando ao Brasil, o vinho foi produzido pela vinícola Dal Pizzol (www.dalpizzol.com.br) dentro dos mesmos moldes que os Beaujolais, mas com algumas diferenças no processo, de forma que o resultado é um vinho que tem mais longevidade que um Beaujolais normal.

O Vinho: Dal Pizzol

Safra: 2011

Uvas: 100% Gammay Beaujolais

Preço Médio: R$ 33,00

Comentários:

Na taça:
Um vinho translúcido, violeta com reflexos violáceos, mostrando claramente a sua jovialidade.

No nariz:
Aromas refrescantes e de média intensidade, muito frutado, lembrando frutas frescas como morangos, ameixas e cerejas com notas de banana e floral.
Também possuía um leve fundo herbáceo e de frutas maduras.

Na boca:
Como o esperado para um vinho tão jovem, tem um corpo leve, com taninos macios, uma boa acidez e um paladar levemente adocicado.

Um retrogosto muito frutado, lembrando goiabada e uma boa persistência completam o conjunto.

Na minha opinião, um vinho com a vivacidade e o frescor que o Beaujolais deve ter. Vale a pena provar!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Desmoontando a Adega #2 - Almaviva 2005

Para o DAA#2 escolhi um vinho que é praticamente um símbolo do Chile, o Almaviva.

O Almaviva é produzido no Vale do Maipo pela Viña Almaviva, que é uma parceria da gigante chilena Concha Y Toro com o francês Baron Philipe Rothschild.

Produzido com o clássico corte bordalês, o vinho ainda estagia durante 18 meses em barricas novas de carvalho francês.

O resultado não poderia ser outro...um grande vinho.

O Vinho: Almaviva Safra: 2005

Uvas: 74% Cabernet Sauvignon, 21% Carmenère e 5% Cabernet Franc.

Preço Médio: R$ 450,00

Comentários:
Na taça:
Coloração carmim, levemente translúcido, límpido e brilhante, aura alaranjada formada durante seu tempo de estágio nas barricas. Lágrimas lentas e numerosas também denotam seus 14,5% de álcool.

No nariz :
Aromas potentes que lembravam frutas vermelhas maduras, pimentão, flores, couro, tabaco e hortelã com notas de especiarias, baunilha e côco. Uma complexidade ímpar, coisa que não se encontra facilmente.

Depois de decantado sobressaíram os aromas florais, herbáceos e hortelã.

Na boca:
Uma experiência inenarrável, mas vou tentar resumir... Um vinho encorpado, taninos macios e acidez corretíssima. Um pouco quente no primeiro gole mas não atrapalhou em nada no equilíbrio do conjunto.
Um vinho muito elegante.

Um fundo de taça com aromas defumados e um retrogosto frutado no final de boca.

Na minha opinião, um vinho espetacular. Tirando uma leve sensação “quente” no primeiro gole, não tenho como encontrar defeitos nesse vinho.
Com certeza vale a pena ser provado.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Meu vinho com Susana Balbo!

Algumas semanas atrás tive o prazer de ser um dos blogueiros convidados para participar da ação "Meu vinho com Susana Balbo", promovida pela importadora Cantu, juntamente com a vinícola Dominio Del Plata e o canal Winebar.

Todos os sortudos blogueiros receberam um kit identico ao da foto onde são disponibilizadas 5 garrafas de varietais produzidos pela Dominio Del Plata:

- Cabernet Sauvignon da região de Altamira

- Cabernet Sauvignon da região de Ugarteche

- Malbec da região de Vistalba

- Malbec da região de Gualtallary

- Tannat da região de Ugarteche

De posse dessas amostras, uma proveta e uma pipeta, todos os blogueiros poderão fazer experiências com qualquer corte utilizando as amostras enviadas.

Após escolher o corte que mais lhe agrada, é só enviar para a equipe da Dominio del Plata, que irá reproduzir todas as amostras e a própria Susana Balbo irá provar todas elas ás cegas.

A amostra escolhida será lançada como uma edição especial e o blogueiro irá até Mendoza participar da produção da sua "obra" junto com Susana Balbo e sua equipe.

Resumindo em poucas palavras....SENSACIONAL!!!

O meu corte já foi escolhido e enviado. Agora só resta aguardar e torcer...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Villagio Grando Brut Rosé

Esta semana, mais um vinho que encontrei na vinícola Villaggio Grando (www.villaggiogrando.com.br) , que produz espumantes e vinhos tranqüilos no estado de Santa Catarina.

Em seu portifolio de produtos encontra-se este espumante rosé, produzido pelo método charmat a partir de uvas cultivadas em sistema de espaldeira em uma região com altitude média de 1300 metros acima do nível do mar.

O Vinho: Villaggio Grando Brut Rosé

Safra: 2010

Uvas: Pinot Noir e Merlot

Comentários:

Na taça mostrou uma cor salmão claro, limpo e translúcido, com uma perlage fina e persistente, formando uma bela coroa na borda da taça.

No nariz apareceram aromas leves e refrescantes que lembravam morangos, cerejas, fermento e pão fresco, com notas adocicadas.

Na boca tinha um corpo leve, levemente adocicado, uma acidez correta e zero de amargor, formando um conjunto muito equilibrado. Frutado e persistente.

Na minha opinião, mais um ótimo vinho. Só que dessa vez com um diferencial, uma garrafa muito bonita!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Rémole 2009

Faremos mais uma pausa nos vinhos nacionais para falar de um vinho italiano que eu adquiri na Ravin (www.ravin.com.br)

Os vinhos italianos são alguns dos que mais me agradam hoje em dia e quando encontrei este toscano “puro sangue”, produzido pela Família Frescobaldi bem na região central da toscana, não resisti em prová-lo.

O Vinho: Rèmole

Safra: 2009

Uvas: 85% Sangiovese 15% Cabernet Sauvignon

Preço Médio: R$ 58,00

Comentários:

Na taça tinha uma bonita coloração rubi brilhante, bem translúcido com aura rosada.

No nariz apresentou aromas de média potência que lembravam frutas frescas como morangos e ameixas com um leve toque adocicado e refrescante.

Na boca mostrou um corpo médio, com tanino firmes e acidez correta. Macio e equilibrado, não deixou “arestas” na boca.

Uma boa persistência e um retrogosto bem frutado completam o conjunto.

Na minha opinião, um vinho delicioso e equilibrado, além de ser bem gastronômico, como a maioria dos vinhos italianos.
Vale a pena ser provado!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dal Pizzol 200 Touriga Nacional

Outro dos vinhos que adquiri da Dal Pizzol (www.dalpizzol.com.br) durante esta minha jornada pelos vinhos nacionais.

Este rótulo é um vinho comemorativo, produzido em homenagem aos 200 anos da chegada do Imperador D João VI e sua corte ao Brasil e recebeu uma medalha de prata no concurso Vinalies Internationales 2011.

O Vinho: Dal Pizzol 200

Safra: 2009

Uvas: 100% Touriga Nacional

Preço Médio: R$ 42,00

Comentários:

Na taça apresentou uma bonita coloração rubi com reflexos violáceos , levemente translúcido, límpido e brilhante, com aura levemente violeta.

No nariz surgiram aromas de média potência e boa persistência que lembravam frutas frescas como morangos e amoras, com notas de flores, geléia e couro.

Na boca mostrou um corpo médio, com taninos finos, acidez correta, álcool bem integrado (praticamente não aparenta os seus 13% de álcool), sem amargor no final de boca e um toque levemente adocicado.

Na minha opinião, um vinho delicioso, suculento, elegante e estruturado.
Um belo achado que vale a pena ser provado.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Suzin Rosé 2010


Em meu passeio pelos vinhos nacionais, degustei mais este rótulo da vinícola Suzin (http://www.vinicolasuzin.com.br)

Para “harmonizar” com esses dias quentes que estamos passando, nada melhor que um bom rosé geladinho...

O Vinho: Suzin Rosé

Safra: 2010

Comentários:

Na taça tem uma cor salmão, translúcido e brilhante.

No nariz surgiram aromas leves que lembravam frutas vermelhas frescas, cerejas, morangos e amoras.

Na boca mostrou um corpo leve com boa acidez, um leve ataque de taninos , zero amargor e álcool correto

Um retrogosto frutado e um fundo de taça com os mesmos aromas completam o conjunto.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do nosso sul do país que com certeza vale a pena ser provado em um dia bem quente!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Winebar Miolo 26/09

No dia 26/09/11, tivemos novamente uma degustação promovida pelo Winebar, com a participação online de vários blogueiros que desta vez tiveram a oportunidade de provar 2 vinhos da vinícola Miolo, que foi a parceira do evento.

Através de áudio e vídeo transmitidos online, pudemos conversar e enviar perguntas para o enólogo responsável pelos dois vinhos, o português Miguel Almeida.

O primeiro vinho foi o RAR Viognier 2010.
Um vinho 100% Viognier produzido na região de Campos de Cima da Serra do RS e que permanece 12 meses em barricas de carvalho.

Um vinho cor palha, límpido e brilhante.

Aromas florais, frutas brancas e um leve toque de baunilha.

Na boca tinha um corpo correto, uma boa acidez, e um frescor delicioso.

O segundo vinho foi um tinto, o Fortaleza do Seival Castas Portuguesas 2008.
Um corte de Touriga Nacional e Tinta Roriz produzido na Região da Campanha do RS e que é envelhecido em barricas de carvalho Frances.

Vermelho profundo com reflexos violetas e com aura levemente marrom, mostrando o tempo que descansou nas barricas de carvalho.

Aromas de média intensidade e que lembravam frutas vermelhas maduras e em compota, com notas de baunilha e torrefação.

Um corpo médio, com taninos presentes e acidez correta completaram o conjunto.

Novamente, mais um ótimo evento realizado pelo Winebar com dois ótimos vinhos nacionais que valem a pena serem provados!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Kranz Viognier 2010

O primeiro branco entre minhas descobertas entre os vinhos nacionais.
Outro vinho da Vinícola Kranz (http://www.vinicolakranz.com.br) que fica localizada na cidade de Treze Tílias em Santa Catarina.

A vinícola foi a pioneira na região, iniciando seus trabalhos em 2007 e hoje em dia é uma das mais modernas em tecnologia e é considerada o “Atelier dos Vinhos Finos de Altitude”.

Percebi que eles possuem em seu catálogo um vinho da uva Viognier, uma casta pouco cultivada no Brasil e é lógico que eu quis provar.

O Vinho: Kranz Viognier

Safra: 2010

Uvas: 100% Viognier, provenientes da região da Serra do Marari e cultivadas a 1200m de altitude.

Comentários:

Na taça apresentou uma bonita coloração amarelo ouro, com reflexos esverdeados, translúcido, límpido e brilhante.

No nariz surgiram aromas de boa potência e boa persistência, que lembravam frutas frescas como pêssego, abacaxi e maracujá completando com notas florais.

Na boca mostrou um corpo leve, com uma boa acidez que deixa a boca pedindo mais um gole, álcool correto, sem amargor no final de boca e com uma boa untuosidade que deixa uma fina camada na boca..

Um retrogosto frutado com boa persistência.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do nosso sul do país que com certeza vale a pena ser provado.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Zuccardi Série A Bonarda 2007

Depois de muitas provas de vinhos nacionais, uma pequena pausa para um vinho importado, só para variar um pouco...

Comprei este argentino na Ravin (www.ravin.com.br) e ele é produzido pela célebre Família Zuccardi, que produz ótimos vinhos desde a sua linha básica até os seus vinhos Premium.

Este rótulo faz parte da linha intermediária, chamada de Série A e é vinificado com uvas colhidas manualmente e após fermentado, 30% do vinho ainda descansa por 10 meses em barricas de carvalho francês.

O Vinho: Zuccardi Serie A

Safra: 2007

Uvas: 100% Bonarda.

Preço Médio: R$ 58,00

Comentários:

Na taça mostrou uma bonita cor vermelho sangue, bem pouco translúcido, com reflexos violáceos e aura levemente puxada para o marrom.

No nariz apareceram aromas potentes que lembravam frutas vermelhas maduras, com notas de geléia e baunilha.

Na boca tem um corpo médio, com uma boa acidez e taninos suaves e macios, deliciosamente frutado e equilibrado, com uma boa integração entre álcool e fruta, sem amargor no final de boca

No fundo da taça ficou um depósito de sedimentos, mostrando que o vinho não passou por nenhum processo de filtragem, junto com aromas de frutas em compota com notas de fumaça.

Na minha opinião este é um ótimo vinho, suculento, equilibrado e potente, que harmonizou muito bem com uma macarronada à bolognesa.
Vale a pena provar!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Marco Luigi Grande Reserva Cabernet Sauvignon 2006

Mais um dia, uma pizza e um bom vinho nacional.

Para acompanhar uma pizza marguerita, escolhi mais um vinho nacional produzido pela vinícola Marco Luigi (www.marcoluigi.com.br) com uvas Cabernet Sauvignon colhidas extremamente maduras e com produção controlada de apenas 2Kg de fruta por planta, com condução em espaldeira simples e ainda tem uma leve passagem por madeira antes do engarrafamento.

O Vinho: Marco Luigi Grande Reserva

Safra: 2006

Uvas: 100% Cabernet Sauvignon

Preço Médio: R$ 68,00

Comentários:

Na taça tinha uma cor rubi profundo com aura rosada, límpido, brilhante e pouco translúcido.

No nariz apresentou aromas potentes e de boa complexidade que lembravam frutas ao licor e frutas frescas com notas herbáceas e defumadas, com um leve toque mentolado.

Na boca mostrou um corpo médio, com acidez corretíssima, taninos bem amaciados pelo tempo e álcool bem integrado no conjunto.

Persistente, fica por vários minutos na boca e deixa um retrogosto frutado.
Fundo de taça com aromas de frutas frescas e notas de tostado.

Na minha opinião, um vinho equilibrado e elegante, que sem sombra de dúvidas vale a pena ser provado.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Dal Pizzol - Do Lugar 2009


Ainda continuo em minhas provas dos vinhos nacionais...

Agora escolhi um espumante da Vinícola Dal Pizzol (www.dalpizzol.com.br), que produz este vinho pelo método Charmat Curto, a prática mais utilizada na elaboração de espumantes jovens, frescos e frutados.

O Espumante Brut “Do Lugar” é obtido pelo Método Charmat Curto. Elaborado a partir de um vinho base de Pinot Noir e Chardonnay, agregado de açúcar e leveduras, dando início ao processo de refermentação, o qual é realizado em autoclaves a uma temperatura de 13°C a 15°C e é engarrafado assim que terminada a segunda fermentação.

O Vinho: Do Lugar Brut

Safra: 2009

Uvas: Chardonnay e Pinot Noir.

Preço Médio: R$ 39,00

Comentários:

Na taça o vinho tem uma coloração amarelo claro, com reflexos esverdeados.
A perlage é fina, persistente e forma uma bela coroa nas laterais da taça

No nariz tem aromas refrescantes e de boa intensidade e boa persistência, que lembravam fermento, pão, abacaxi e com notas florais.

Na boca mostrou um corpo leve, com uma acidez no ponto certo, refrescante e sem amargor no final de boca.


Na minha opinião, este é um delicioso espumante. Mesmo sendo um espumante Brut, ainda resta um leque toque adocicado, que acaba deixando o vinho bem equilibrado e agradável mesmo para quem só gosta dos moscatéis.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Suzin Cabernet Sauvignon 2007

Em minha busca de bons vinhos nacionais, encontrei também a Vinícola Suzin (http://www.vinicolasuzin.com.br) , localizada na cidade de São Joaquim/SC, que fica a uma altitude de 1360 metros acima do nível do mar e é considerada uma das cidades mais frias do Brasil.

A grande amplitude térmica da região a torna muito propícia para a produção de uvas da variedade “vitis vinifera”, ou seja, as uvas utilizadas na produção de vinhos finos.

A região de São Joaquim faz parte da região de Vinhos de Altitude do Sul do Brasil, que conta também com mais 7 cidades da região.

A Vinícola Suzin produz apenas 2 vinhos tintos, um Cabernet Sauvignon e um Merlot, e mais um vinho Rose. Na dúvida, comprei uma garrafa de cada.

Este Cabernet Sauvignon que abri, foi produzido a partir de uvas produzidas por parreiras conduzidas em sistema de espaldeira com raleio de cachos seguidos pela colheita e seleção manual de cachos.
Após fermentado, o vinho ainda descansa durante 9 meses em barricas de carvalho francês.

No ano de 2010, a safra 2007 recebeu a Grande Medalha de Ouro no 7º Concurso Mundial de Bruxelas em etapa realizada na cidade de São Joaquim.

O Vinho: Suzin Cabernet Sauvignon

Safra: 2007

Uvas: 100% Cabernet Sauvignon.

Preço Médio: R$ 45,00

Comentários:

Na taça mostrou uma cor rubi com aura levemente alaranjada, mostrando o tempo de descanso nos barris de carvalho, levemente translúcido com reflexos violáceos

No nariz apareceram aromas refrescantes e de média potência, que lembravam frutas vermelhas frescas, como cereja e morangos, com notas de hortelã, baunilha e especiarias.

Na boca apresentou um corpo médio, com taninos e acidez corretos com um leve toque adocicado.
Não apareceu nenhum amargor no final de boa mas me pareceu um pouco “quente” no primeiro gole, mas nada que incomode logo no segundo gole.

Um retrogosto frutado e um fundo de taça com notas de frutas frescas e baunilha.

Na minha opinião, mais um vinho muito bom, muito “bem feito” e com certeza mais outra ótima surpresa do nosso sul do país e que vale a pena ser provado!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Degustação online Winebar com Susana Balbo

Uma pequena pausa nos vinhos nacionais para um evento muito interessante!

Dia 29/08 foi uma segunda feira que vai ficar na história para todos nós blogueiros.

Novamente o Winebar (www.facebook.com/winebarlive) e desta vez com o apoio da importadora Cantu.(www.cantu.com.br) que nos enviou uma garrafa de vinho para realizarmos mais uma degustação online via facebook e twitter, onde eu e mais algumas dezenas de blogueiros, tivemos o prazer de provar um vinho argentino junto com a grande enóloga Susana Balbo.

Ao vivo, virtualmente e intermediados por Daniel Perches pudemos fazer perguntas online á Susana Balbo e ouvir suas opiniões sobre seus vinhos, o terroir argentino, as cepas e entre outros assuntos, muitos detalhes sobre o vinho que estávamos provando.

No final da degustação surgiu a notícia que vai marcar a história do vinho, pelo menos para nós blogueiros........O Vinho Dos Blogueiros!

O projeto consiste em nós blogueiros fazermos o nosso assemblage a partir de determinados vinhos e enviarmos esse assemblage para a própria Susana Balbo, que vai provar todas as amostras ás cegas e decidir qual a melhor.

A melhor amostra será produzida em uma edição especial da série Essential, com o nome do blogueiro e tudo mais....assim que tiver mais detalhes irei postando.

Um evento sensacional! Parabéns ao Daniel , á Susana Balbo, importadora Cantu e à todos que trabalharam para nos proporcionar mais este ótimo evento.

O Vinho: Domínio Del Plata Essential

Safra: 2009

Uvas: 60% Cabernet Sauvignon, 40% Malbec.

Preço Médio: R$ 50,00

Comentários:

Na taça o vinho tem uma cor rubi profundo com reflexos violáceos, brilhante e levemente translúcido. Uma aura levemente alaranjada mostra os meses que o vinho passou descansando em barricas de carvalho.

No nariz surgiram aromas de boa potência que lembravam frutas negras, cassis e cerejas com notas de chocolate, café e tabaco. O álcool e a madeira estavam muito bem integrados ao conjunto.

Na bova tem um corpo médio com taninos sedosos, acidez perfeita, persistente, equilibrado e com aquela doçura característica dos Malbecs argentinos.

Um retrogosto duradouro e frutado com um fundo de taça com aromas frutados e notas defumadas.

Na minha opinião, um ótimo vinho e mais ainda, um sensacional evento!
Que venham os próximos!


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Kranz Merlot 2008

Em mais uma das minhas provas entre os vinhos nacionais, agora escolhi um vinho da Vinícola Kranz (http://www.vinicolakranz.com.br) que fica localizada na cidade de Treze Tílias em Santa Catarina.

A Vinícola Kranz foi a pioneira na região, iniciando seus trabalhos em 2007 e hoje em dia é uma das mais modernas em tecnologia e é considerada o “Atelier dos Vinhos Finos de Altitude”.

O Vinho: Kranz Merlot

Safra: 2008

Uvas: 100% Merlot , provenientes da região de São Joaquim e cultivadas a 1200m de altitude.

Comentários:

Na taça apresentou uma bonita coloração vermelho profundo e denso, bem pouco translúcido, límpido e brilhante, com aura levemente alaranjada mostrando seu tempo de estágio em barricas de carvalho e reflexos violáceos.

No nariz surgiram aromas de boa potência que lembravam frutas frescas com notas de hortelã, especiarias, baunilha, tostado e um toque floral.

Na boca mostrou um corpo médio, com tanino presentes e macios, acidez correta, álcool bem integrado e sem amargor no final de boca.

Um retrogosto frutado e um fundo de taça com aromas frutados e notas defumadas completaram o conjunto.

Na minha opinião, mais uma ótima surpresa do nosso sul do país que com certeza vale a pena ser provado.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Courmayeur Moscatel

Continuo novamente com mais um vinho nacional.

Agora o segundo vinho que comprei da Vinícola Courmayeur (www.courmayeur.com.br).

Um delicioso espumante moscatel, produzido com uvas Moscatel colhidas em excelente estado de maturação e produzido sob o processo Asti, o mesmo processo do famoso Moscato D´Asti produzido na Itália.

O Vinho: Courmayeur Moscatel

Uvas: 100% Moscatel.

Preço Médio: R$ 25,00

Comentários:

Na taça mostrou uma cor palha com reflexos esverdeados.

Perlage fina e persistente completam o visual muito bonito na taça.

No nariz surgiram aromas refrecantes que lembram maçã verde e abacaxi com notas adocicadas, como pêssego em caldas.

Na boca apresentou uma espuma cremosa, com leve acidez, adocicado na medida certa, sem ficar enjoativo.

Na minha opinião, um ótimo vinho, delicioso para os dias de calor e principalmente para agradar quem não gosta muito dos espumantes Brut.

Vale a pena provar!